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IGTV vs. YouTube? Será mesmo….?

IGTV vs. YouTube? Será mesmo….?

Mercado

Por Ricardo de Bem

21/06/18

Recém lançada, a plataforma de vídeos do Instagram tem repercutido bastante.  Mas, talvez, por uma razão equivocada.

Por si só, o recurso poderia ser abordado por seus próprios méritos, por sua relevância, pela aderência ao público que produz direto e para smartphones, etc…  mas não… dá mais manchete dizer que ele vai concorrer com o YouTube.  Mas será que vai?

Veja, o Instagram TV tem como foco “Instagrammers” profissionais.  Canais.  Produção frequente e constante de conteúdo.  Tal qual, sim, muitos dos canais do YouTube.  Mas é este o alvo.  O YouTube é absolutamente aberto, amplo e democrático.  Qualquer um faz vídeos e publica.  São propostas absolutamente diferentes.  Vai “roubar” conteúdo do YouTube?  Vai… infimamente.

Outro ponto bastante relevante e pouco considerado, nesta falsa batalha contra o YouTube, é o formato.  A IGTV permitirá apenas vídeos na vertical.  Se você já viu os stories, do Insta, sabe como é.  Pois bem, os formatos de vídeo mundialmente disseminados e consolidados, são todos na orientação horizontal.  A visualização horizontal, consagrada pelo cinema e pela TV, não é apenas uma questão cultural a ser vencida.  Mas também, técnica.  Não é à toa que o padrão para vídeos não é o vertical.  Assim como ocorre na fotografia, embora nesta o formato vertical seja muito mais aceito e muito mais comum.  E em alguns casos, até melhor.  Mas foto é foto.  Filme é filme.  Qualquer plataforma de vídeo que se propusesse a “matar” o YouTube deveria, ao menos, operar nos dois formatos.  Sair pra uma briga dessas já abrindo mão da maior arma, não faria sentido algum.

O Instagram é uma plataforma vertical.  É um dos poucos Apps que simplesmente desconsidera o padrão dos smartphones de virar o aparelho e ver a foto na horizontal.  No Insta, você vira o telefone, e a foto continua a li, na dela, sem se mexer…  A IGTV é a TV do Instagram.  Vertical, também.  Ponto.  E a proposta deles é ter o seu próprio meio de vídeos, do seu jeito, com a sua filosofia.

Aliás, muito mais próximo de ser uma ameaça ao YouTube, também partindo do conglomerado do Zuckerberg, seria o Facebook Watch, lançado na metade de 2017.  Alguém aí acessa o Watch?  Já, ao menos, ouviu falar dele?  Faz um ano…  ah, tá….

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Cisco cria centro de inovação brasileiro para a Internet das Coisas

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Mercado

Por Divex

22/01/14

A Cisco anunciou a instalação de um de seus centros de pesquisa para a Internet das Coisas no Brasil. Segundo o presidente da empresa, John Chambers, a ideia é investir cada vez mais na onda dos aparelhos interconectados, que para a companhia será a próxima onda de inovação mundial e, claro, um dos grandes negócios para o futuro próximo.

O anúncio contou com uma boa dose de entusiasmo da parte de Chambers, conforme reportado pelo Financial Times. De acordo com dados apresentados pela Cisco, a introdução de sistemas que interligam diversos equipamentos diferentes deve trazer US$ 19 trilhões em novos lucros pelos próximos anos, além de resultar em grande economia de dinheiro para empresas e governos.

Para mostrar que acredita na ideia, a Cisco está não apenas anunciando a instalação de uma base no Brasil – além de em outros países como Canadá, Coreia do Sul e Alemanha. A companhia também conta com um fundo de US$ 100 milhões dedicado exclusivamente a investimentos em startups ou empresas menores que possuam boas ideias relacionadas à Internet das Coisas e que querem mudar a forma como as pessoas interagem com a tecnologia em seu cotidiano.

Com a perspectiva de crescimento no número de dispositivos atingindo a casa das dezenas de bilhões para os próximos seis anos, Chambers acredita que a transformação global vai acontecer simultaneamente em todo o mundo. O fenômeno da vez, na visão dele, é diferente de outras tendência tecnológicas, que muitas vezes são adotadas primeiro nos Estados Unidos e Europa para só mais tarde chegarem a outros territórios do mundo.

As cidades inteligentes estão entre os principais pontos de interesse para a Cisco. Entre os exemplos citados por Chambers de como a tecnologia pode reduzir os custos de administração públicas estão sensores que controlam a produção de lixo e sistemas para administração de iluminação ou transporte públicos.

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