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Sua empresa é Fita K7, CD, DVD, Streaming, ou já virou Plataforma?

Sua empresa é Fita K7, CD, DVD, Streaming, ou já virou Plataforma?

Sua empresa é Fita K7, CD, DVD, Streaming, ou já virou Plataforma?

Por Ricardo de Bem

15/07/19

Se as empresas e corporações fossem bandas de rock, muitas estariam gravitando ao redor da “Fita K7”, ainda hoje.

Porque apesar de muito se falar nas novas tecnologias e nas novas ondas, desde o simples Marketing Digital até a Transformação Digital, passando por IoT, Inteligência Artificial, Data Driven, Marketing Preditivo, etc, etc, etc… na prática, grande parte das empresas opera da mesma forma que nos anos 80.

Exagero? Veja bem… usar email marketing em vez de impressos via correio não muda muita coisa, a não ser nas métricas e no custo; automatizar um processo manual, sem aprimorá-lo ou sem redesenhá-lo considerando as novas possibilidades, não passa da mera transformação de um processo antigo em um processo antigo mais rápido; fazer campanhas digitais massivas e rasas, sem considerar as capacidades de segmentação, personalização, e, ultimamente, de inteligência e variáveis de assertividade, é tão inovador quanto fazer as velhas e conhecidas campanhas de rádio, TV e jornal.

Em inglês temos inclusive a diferenciação entre os termos “Digitisation” e “Digitalisation”, onde o primeiro significa meramente a conversão de um formato físico para o formato digital, enquanto o segundo é justamente o processo de usar o digital para alavancar e otimizar processos de negócio.

Do ponto de vista evolutivo das empresas e organizações nesta área, que já foi descrito como “Darwinismo Digital”, nós vemos todos os estágios no mercado, ainda. Muitas das Fitas K7, claro já não existem mais. E a tendência é não restar nenhuma. Assim como muitas já viraram a chave do Digital e são streaming. Mas poucas, muito poucas, atingiram o Nirvana, conseguindo transcender sua própria estrutura e, às vezes, até seu propósito. Reinventaram-se, revolucionaram-se, via Digital.

A tão sonhada Transformação Digital, consiste nisso, no seu estágio mais avançado de aplicação. Muito menos importante no aspecto do Digital, em si — que é o meio — e muito mais significativa na TRANS — FOR — MA — ÇÃO.

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Por Ricardo de Bem

21/06/18

Recém lançada, a plataforma de vídeos do Instagram tem repercutido bastante.  Mas, talvez, por uma razão equivocada.

Por si só, o recurso poderia ser abordado por seus próprios méritos, por sua relevância, pela aderência ao público que produz direto e para smartphones, etc…  mas não… dá mais manchete dizer que ele vai concorrer com o YouTube.  Mas será que vai?

Veja, o Instagram TV tem como foco “Instagrammers” profissionais.  Canais.  Produção frequente e constante de conteúdo.  Tal qual, sim, muitos dos canais do YouTube.  Mas é este o alvo.  O YouTube é absolutamente aberto, amplo e democrático.  Qualquer um faz vídeos e publica.  São propostas absolutamente diferentes.  Vai “roubar” conteúdo do YouTube?  Vai… infimamente.

Outro ponto bastante relevante e pouco considerado, nesta falsa batalha contra o YouTube, é o formato.  A IGTV permitirá apenas vídeos na vertical.  Se você já viu os stories, do Insta, sabe como é.  Pois bem, os formatos de vídeo mundialmente disseminados e consolidados, são todos na orientação horizontal.  A visualização horizontal, consagrada pelo cinema e pela TV, não é apenas uma questão cultural a ser vencida.  Mas também, técnica.  Não é à toa que o padrão para vídeos não é o vertical.  Assim como ocorre na fotografia, embora nesta o formato vertical seja muito mais aceito e muito mais comum.  E em alguns casos, até melhor.  Mas foto é foto.  Filme é filme.  Qualquer plataforma de vídeo que se propusesse a “matar” o YouTube deveria, ao menos, operar nos dois formatos.  Sair pra uma briga dessas já abrindo mão da maior arma, não faria sentido algum.

O Instagram é uma plataforma vertical.  É um dos poucos Apps que simplesmente desconsidera o padrão dos smartphones de virar o aparelho e ver a foto na horizontal.  No Insta, você vira o telefone, e a foto continua a li, na dela, sem se mexer…  A IGTV é a TV do Instagram.  Vertical, também.  Ponto.  E a proposta deles é ter o seu próprio meio de vídeos, do seu jeito, com a sua filosofia.

Aliás, muito mais próximo de ser uma ameaça ao YouTube, também partindo do conglomerado do Zuckerberg, seria o Facebook Watch, lançado na metade de 2017.  Alguém aí acessa o Watch?  Já, ao menos, ouviu falar dele?  Faz um ano…  ah, tá….

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